Descubra como conhecer o incrível Cenote Azul, na Riviera Maya

Você pode nunca ter ouvido sobre um cenote, mas certamente vai ser uma das primeiras palavras que vai escutar ao chegar a Playa del Carmen, no México. Para mim, a melhor definição para o termo seria algo como “piscinas naturais formadas dentro de cavernas“, ainda que muitas delas hoje estejam a céu aberto. Isso acontece porque, muitas vezes, o “teto” do cenote se deteriora e cai com o passar do tempo. Mas não se preocupe que isso não irá acontecer ~enquanto~ você estiver dentro de um. 😛

Basta uma googleada básica para perceber que os cenotes são simplesmente lindos – e foram eles que fizeram com que eu insistisse em passar alguns dias em “Playa“. Escolhi visitar o Cenote Azul na Riviera Maya, por conta própria – e foi uma das melhores coisas que fiz!

Como chegar ao Cenote Azul

Em primeiro lugar, nós recomendamos fugir dos tours (caríssimos) que vão aos cenotes, simplesmente porque é possível fazer a visita por conta própria. Além de mais barato, isso garante que você possa desfrutar da paisagem no seu ritmo.

Saindo de Playa del Carmen, a maneira mais fácil de chegar ao Cenote Azul é de van. Você pode subir a bordo na Rua 2 Norte e a van é a mesma que realiza o transporte até Tulum. Todos os veículos ficam estacionados entre as avenidas 15 e 20 e há uma pequena fila para embarcar. Até o Cenote Azul, o motorista nos cobrou 30 pesos mexicanos (cerca de R$ 7,50). No mapa abaixo, a gente mostra o local certinho para não errar na hora de pegar o transporte.

Como chegar ao Cenote Azul saindo de Playa del Carmen

Tiramos uma fotinho da van para ninguém ficar na dúvida! 😉

Como é a visita ao Cenote Azul

Uma recomendação muito importante antes de chegar ao Cenote Azul, mas que também vale para qualquer outro que você for visitar, é não passar protetor solar. É isso mesmo, não importa o sol que esteja fazendo, esqueça a ideia de besuntar seu corpo, já que isso irá poluir as águas do local e enchê-las de químicos. Na entrada do cenote, há repelente e protetor solar biodegradável à venda por apenas 5 pesos mexicanos (pouco mais de R$ 1), o que permite que você seja eco-friendly sem gastar muito. 😀

Na hora de curtir o espaço, você pode aproveitar uma plataforma mais alta para se jogar com tudo ou simplesmente entrar de mansinho na água (obviamente, foi essa a minha escolha). Ao entrar, você vai perceber que há muitos peixinhos por lá e alguns deles vão dar umas mordiscadas na sua pele. Não dói, mas faz cócegas. Detalhe: esses são os mesmos peixes usados em manicures e pedicures por aí, então não é preciso se assustar, já que é como ir ao salão, só que quase de graça.

Cenote Azul na Riviera Maya

Falando nisso… a entrada para o Cenote Azul tem um custo, mas ele é baixo: apenas 80 pesos mexicanos (cerca de R$ 20). Quem quiser também pode alugar um snorkel ou um colete salva-vidas na entrada. O aluguel de cada item sai por 40 pesos (cerca de R$ 10). Sou um pouco adepta do “reservar um dia inteiro” para conhecer os locais e, nesse caso, acho que vale bastante a dedicação. Embora o cenote não seja tão grande, a paisagem é linda demais para ficar pouco tempo.

Apesar disso, também é possível sair dali e conferir alguma outra atração. Os cenotes Cristalino e Jardín del Eden ficam nas proximidades e você pode chegar até eles com uma curta caminhada a partir do Cenote Azul. Ideal para quem curte emendar diversos programas em um só dia. 😉

Como conhecer o Cenote Azul na Riviera Maya

Cenotes e a Riviera Maya

Grande parte dos cenotes fica localizada na Península de Yucatán, no México. Muitos deles, incluindo o Cenote Azul, estão no que se conhece como a Riviera Maya. E isso não é uma coincidência: alguns cenotes tinham um papel importante nos rituais desta civilização pré-hispânica, que acreditava que estes seriam portais para a vida após a morte.

No século XX, foram descobertos artefatos de sacrifício em alguns cenotes, o que levou à limpeza do Cenote Sagrado, em Chichén Itzá, no início do século passado. Após o processo, foram descobertos muitos esqueletos humanos e objetos de sacrifício no local, o que leva a crer que os maias aproveitavam a beleza destes locais para realizar sacrifícios humanos.

Nota: os valores apresentados e a conversão mostrada são referentes ao mês de janeiro de 2016 e podem sofrer alterações a qualquer momento. 


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Depois de me formar em comunicação, passei um tempo morando na Argentina, Irlanda e na Romênia. Foi morando cada vez menos que esqueci o significado da palavra e hoje mantenho a capital gaúcha como sede dessa vida quase nômade.

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