Fomos visitar a zona arqueológica de Monte Albán, em Oaxaca

Passamos 10 dias na cidade de Oaxaca, no México, e não podíamos deixar de conhecer a zona arqueológica de Monte Albán, que foi capital dos Zapotecas, uma das mais importantes civilizações mesoamericanas. O lugar também é considerado como uma das cidades pré-hispânicas mais antigas, tendo seu auge entre os anos 500 a.C. e 800 d.C. Só isso já era um motivo suficiente para reservarmos um dia para ir até lá.

O caminho passa por paisagens incríveis, já que a cidade foi construída em uma colina, o que permitia que os habitantes do local tivessem uma vista privilegiada da região. Por sinal, dizem que o nome de Monte Albán deriva das pequenas árvores que crescem ali e deixariam o cume branco na época de seu florescimento. Devido à  sua importância histórica, as ruínas foram consideradas Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO em 1987 – e agente conta como chegar lá!

Como ir a Monte Albán

Existem várias formas de chegar a Monte Albán, que fica a menos de 10 km de Oaxaca. A mais fácil – e também mais cara – é pegar um tour até a cidade.

A maioria dos passeios oferecidos pelas agências de turismo custa entre 200 e 350 pesos (entre R$ 40 e R$ 75) e inclui passagens por Arrazola, a cidade onde se fabricam os alebrijes, Coyotepec, onde se faz o barro negro, e ao ex-convento de Cuilapan. Apesar de ser um tour fechado, as entradas são pagas separadamente, na chegada ao local.

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Pelo que pesquisamos, a agência Monte Albán Tours era a que oferecia passeios diretamente a Monte Albán por valores mais em conta: 150 pesos (cerca de R$ 30 – esse foi o preço que nos ofereceram no local, enquanto o site da empresa informa que o mesmo tour custaria 300 pesos…). Como não chegamos a fechar o passeio com eles, não podemos dizer se vale a pena ou não.

Outra opção mais econômica e um pouco mais flexível é pegar um dos ônibus da empresa Lescas Co., com saídas de hora em hora das 8h30 às 15h30 (ida) e das 12h às 17h (volta). O transporte custa 70 pesos mexicanos (R$ 15) por pessoa e sai da  Rua Mina 518, no interior do Hotel Rivera del Ángel (mapa aqui).

Por último, existe a opção de pegar um táxi até lá, que foi a nossa escolha, por estarmos em cinco pessoas – a dica foi do Fernando, dono da pousada onde ficamos. O taxista nos cobrou 150 pesos por trajeto (R$ 30), o que deu cerca de 30 pesos (R$ 6) por pessoa. Na chegada, combinamos com ele um horário e um ponto de encontro para o retorno e deu tudo certo. Fomos razoavelmente confortáveis (fora o fato de estarmos em cinco pessoas no mesmo carro) e pudemos apreciar a vista durante o caminho, que é simplesmente linda! <3

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Dicas

Uma dica que vale não apenas para a visita a Monte Albán, mas para qualquer zona arqueológica no México, é passar muito protetor solar e levar um chapéu e uma garrafinha de água para o passeio. O clima por lá é desértico e muito quente (detalhe: fomos no inverno) e o sol queima de verdade! Em 10 minutos você estará implorando por uma garrafinha de água – e a venda delas é proibida dentro da zona arqueológica… Ou seja: leve a sua debaixo do braço sem dó. Também sugerimos ir cedo para pegar temperaturas mais amenas e reservar no mínimo umas duas horas para o passeio.

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Junto à entrada da zona arqueológica há um museu de sítio que conta mais sobre a história do local e pode ser um bom ponto de partida para entender o que você irá encontrar durante o passeio. Se não contratar um guia, a dica é passar neste museu antes para aprender mais sobre os zapotecas e a região. Outro lugar legal para se informar sobre o assunto é o Museu das Culturas de Oaxaca, que traz um panorama histórico sobre os povos da região, além de preservar diversos artefatos retirados do túmulo 7 de Monte Albán.

Se der fome, há um café-restaurante localizado próximo ao museu, com uma das melhores vistas da cidade. Os preços são bem altos em comparação com os praticados em outras partes do México, mas provavelmente não é nada que vá quebrar o seu orçamento de viagem. Nós fizemos um lanche por lá e tomamos uma cerveja e a conta saiu cerca de 100 pesos (R$ 20) por pessoa.

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Informações práticas

Custo da entrada: 65 pesos (R$ 14)

Horários de abertura: todos os dias do ano, das 8h às 17h

Reserve: no mínimo 2 horas para conhecer a região

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Nota: os valores apresentados e a conversão mostrada são referentes ao mês de fevereiro de 2016 e podem sofrer alterações a qualquer momento.


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Depois de me formar em comunicação, passei um tempo morando na Argentina, Irlanda e na Romênia. Foi morando cada vez menos que esqueci o significado da palavra e hoje mantenho a capital gaúcha como sede dessa vida quase nômade.

Comenta aí, vai! :D

2 comments

  1. Virginia Albuquerque

    Irei ao México em maio, 2017. Vou conferir todo o seu roteiro!! Estou adorando as dicas. Muito grata.

    • Oi Virginia, que legal! Depois conta como foi a viagem. O México é demaaais 🙂