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Por que nômade? E por que quase?

Desde que o homem fez a primeira pintura rupestre numa caverna, já tinha alguém reclamando da monotonia daquela vida em volta da fogueira (o Netflix da época, caso você não saiba). Era tanto mundo para conhecer que faltava vida pra tudo.

Hoje, graças a tecnologia e a Santos Dumont, é cada vez mais fácil voltar a ter um estilo “nômade”. É entre aspas mesmo porque, para nós, esse nomadismo é bem quase.

Nós não promovemos aquele ideal de largar tudo para viver o sonho de viajar o mundo – embora isso possa ter funcionado muito bem para você ou alguém que você conhece. Mesmo assim, acreditamos que é possível conhecer o mundo, ter muitas experiências bacanas e voltar pro nosso porto seguro sempre que bater a saudade, essa maldita palavrinha da qual nós brasileiros nos orgulhamos tanto.

Algumas coisas em que acreditamos:

  • No consumo consciente – é por isso que você não vai encontrar posts com dicas para se afundar nas compras aqui.
  • No turismo sustentável – e achamos que ele está mais relacionado a curtir o bairro em que você se hospeda do que em optar por um eco-resort.
  • Em experiências autênticas – e nossa intenção está bem longe de exotizar (se essa palavra não existe, eu juro que precisei inventar!) outras culturas.

Se você se identifica com essas ideias, vem conversar com a gente pelo e-mail quasenomade@gmail.com.

A autora: Mari Dutra

Se pudesse, ficaria pelo menos 1 mês em cada cidade. Três meses seria melhor ainda. Mas ainda há poucos meses no ano e muitos destinos a ver, então tento dedicar ao menos 10 dias a cada lugar que visito e não acho possível conhecer nenhuma cidade em um dia (embora tenhamos um roteiro assim aqui). Já tive a oportunidade de morar e trabalhar algum tempo na Argentina, Irlanda e Romênia e venho buscando um novo país para chamar de lar, enquanto mantenho a capital gaúcha como sede dessa vida quase nômade.

Onde estou agora: Porto Alegre 🇧🇷

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